
Yorkshire Terrier é uma raça relativamente recente, tendo sido criada no condado de York, na Inglaterra, a partir do cruzamento de exemplares de cães das raças Manchesters, Malteses, Skyes e Dandie Diamonts. Originariamente, foi desenvolvido pelos mineiros da região que buscavam um cão pequeno e que fosse adaptado para entrar debaixo da terra e caçar pequenos roedores que infestavam a região. Mas o cão fez tanto sucesso que chamou a atenção de criadores que entusiasmados, deram início a um processo de seleção, melhorando seu padrão e obtendo cães maravilhosos.
O Yorkshire foi apresentado pela primeira vez na Inglaterra em 1861 e sua primeira aparição numa exposição canina ocorreu ao redor de 1880. Em 1898, o The Kennel Club da Inglaterra, que acabara de ser criado, o reconheceu com o nome de Yorkshire Terrier e seu primeiro padrão, de 1898, previa 2 grupos de tamanhos: até 2,3 kg (preferidos para a companhia ) e entre 2,3 e 6 kg (preferidos para enfrentar os grandes ratos).
Seu padrão atual determina o peso máximo de 3,150 g.
No fim da Era Vitoriana ele começou sua ascensão social, já que tendo caído nas graças da Rainha Victoria e sendo escolhido como seus cães de estimação, os Yorks tornaram-se companheiros inseparáveis das senhoras da aristocracia e da alta burguesia, que faziam questão de ornamentá-los de acordo com os vestidos que usavam na corte e assim, de caçador de ratos o York tornou-se um cão de luxo, mais de acordo com a imagem que temos desses cães atualmente.
Especialmente por seu tamanho, manteve sua popularidade em alta no mundo todo, sendo escolhido principalmente por pessoas que moram em apartamentos e/ou pequenas casas sem quintal. E por suas características de personalidade, mesmo aquelas que tem enormes espaços, como as apresentadoras Xuxa, Ana Maria Braga escolhem entre os seus cães os amistosos Yorks.
No Brasil, há anos são os campeões de registro junto à CBKC, superando raças tradicionais como os Rotts e Cockers. Infelizmente, esta popularidade não se traduz em qualidade dos exemplares... por isso é fundamental que o futuro proprietário procure criadores sérios, evitando a aquisição de cães muito pequenos (fora do padrão da raça) e/ou com temperamento desviante (cães agressivos ou muito medrosos).

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Possui temperamento carinhoso e afável o torna um excelente companheiro muito divertido e devotado, porém, até em razão do seu tamanho pode conviver amigavelmente com crianças, mas não aprecia muito o convívio com outros cães com que, certamente, disputará o domínio do território.
Além de carinhoso, o Yorkshire Terrier se destaca por sua vivacidade e por estar sempre alerta. Como um bom caçador, dará o alarme ao menor ruído, o que pode trazer alguns problemas com a vizinhança. Por essa característica marcante, muitos usam o York como cão de alarme, função que cumpre de forma exemplar.
Apesar do tamanho, o Yorkshire é um cão muito ativo e independente e por isso não se pode dizer que o "colo" seja seu lugar predileto. Talvez a melhor posição do Yorkshire seja: perto do dono sim, mas não necessariamente em cima dele. Mesmo sendo bastante "independente" o York não gosta de ficar muito tempo sozinho e, se puder, segue os passos do dono onde quer que ele vá.
O Yorkshire não está entre as raças mais obedientes. Segundo o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, comparando 133 raças, ocupa o 27º lugar e é o primeiro entre os Terriers. Conforme descreve Stanley, raças com tal posição costumam obedecer a uma ordem 70% das vezes ou mais. Apesar disso, é um cão capaz de resolver problemas sozinho, analisando causa e conseqüência dos acontecimentos.

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Os Yorkies não devem ser comprados antes de 10 semanas de vida, mas somente a partir da 12ª semana. Isso porque ao contrário de raças maiores, Yorkies ainda podem ser facilmente traumatizados antes de 10 semanas de vida e também podem, mais facilmente, contrair doenças e não sobreviver devido ao seu pequeno porte.
Os filhotes nascem pretos com o dourado quase marrom e não totalmente distribuído. Com o passar do tempo, sofrem profundas modificações e apenas após 18 meses é que adquirem sua pelagem e tonalidades definitivas, quando o dourado se alastra e as cores clareiam. Devido a essa verdadeira metamorfose, consta que alguns criadores inexperientes sacrificaram ninhadas inteiras de yokies por acharem que se tratavam de mestiços.
Outra dúvida comum diz respeito às orelhas... Normalmente os filhotes a partir de 3 meses de idade já devem ter as orelhas corretamente posicionadas mas nem sempre isso acontece... Recomenda-se que o proprietário procure um veterinário especializado para que ele coloque uma bandagem que deve ser usada até que as orelhas fiquem corretas. O tempo do uso da tala depende do tamanho e rigidez da cartilagem das orelhas.
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Segundo o padrão da raça, o Yorkshire deve ter duas cores: o azul-aço escuro (cinza-brilhante quase preto tendendo ao azulado) e o fulvo (amarelo-tostado), sendo que uma cor não pode invadir a outra e nem as duas se mesclarem. Começa nesta definição o calvário dos criadores, uma vez que o azul-aço não deve ser escuro demais a ponto de ficar preto, e nem claro, parecendo prateado. Quanto aos pêlos fulvos, são levemente mais claros nas pontas do que nas raízes, e produzem um colorido dourado intenso.
A coloração azul-prateado, embora proibida pelo padrão é freqüentemente obtido por criadores.
É bastante comum a reclamação de proprietários que adquirem cães sem procedência e que nunca ficam com a pelagem exuberante dos yorks de qualidade e que frequentam exposições... A genética nestes casos é um fator muito importante, mas o cuidado com os pelos é fundamental!
Sua pelagem deve ser abundante e necessita de cuidados para manter-se limpa e desembaraçada. Os banhos podem ser semanais, utilizando shampoo neutro, condicionador (pode ser humano, para cabelos secos) e finalizando com condicionador "leave-in" (sem enxague). Precisam de escovação freqüente para evitar a formação de nós, de 3 a 7 vezes por semana, dependendo do tamanho e volume da pelagem. Utilize uma escova de pinos, dando maior atenção ao pescoço, orelhas, parte interna das coxas e "axilas". Tente não arrancar ou cortar os nós, é melhor desfazê-los com as mãos. Finalize com o pente, dando especial atenção a orelhas, patas e rabo. Esses cães também podem ser tosados para facilitar a manutenção: além de aparar os pelos com a tesoura, pode-se passar a máquina sob as patas, entre os dedos, parte interna das orelhas e genitais sem comprometer a beleza. Para que ele tenha melhor movimentação, costuma-se prender a "franja" sobre a testa liberando assim a visão de seus olhos.
Para cães que frequentam exposições, é essencial a aplicação de papelotes na pelagem em todo o corpo. O pelo deve ser trimado curto na ponta das orelhas.
Outro cuidado importante e frequentemente desprezado pelos proprietários diz respeito ao uso de ´roupinhas´. Cães de pelo longo não precisam de roupas para aquecê-los, pois o próprio pelo faz uma capa térmica protegendo os cães da temperatura. O ideal é que se coloque uma cama de cobertor, não uma roupa.

O desenvolvimento da raça é em grande parte devido ao amor de uma das imperatrizes chinesas (Tsé-hi), que durante toda a vida sempre foi cercada por seus cães. Segundo historiadores da raça, os cães da imperatriz eram mantidos num imenso pavilhão de mármore, cercado por cuidados extremos e tendo à disposição uma legião de eunucos, cuja obrigação era zelar pelo seu bem estar.





Vivaz, resistente e muito corajoso, o Schnauzer não deve ser um cão que late em excesso. No livro ‘
Menos ativo e latidor do que a versão Miniatura, o Schnauzer Standard é também um cão atlético e muito resistente, podendo acompanhar seu dono em praticamente qualquer atividade. Devido ao seu forte instinto de guarda, deve ser socializado desde bem cedo para que não se torne um cão briguento.
Com crianças, até por seu porte maior, deverá ser mais tolerante, mas é sempre importante lembrar que qualquer cão deve ser acostumado com crianças desde cedo e que deve-se evitar que crianças muito pequenas brinquem sem supervisão de adultos.
Por serem cães bastante ativos e inteligentes, é muito importante que o dono imponha-se desde cedo e corrija imediatamente os comportamentos inadequados, como latir em excesso e morder.
Para realizar todas essas tarefas, num ambiente hostil e sujeito a baixíssimas temperaturas, era essencial que o cão fosse robusto, tivesse um excelente faro e que sua pelagem servisse como isolante térmico. E na busca por essas características, os monges desenvolveram o São Bernardo que conhecemos hoje.
O São Bernardo, assim como algumas outras raças, foi muito prejudicado pelas guerras na Europa e, para evitar que a raça sumisse devido à alta consanguinidade entre os exemplares, os monges foram obrigados a acasalar seus cães com exemplares de outras raças, principalmente com os 
Mas apesar disso, o São Bernardo é usado como cão de guarda por sua excelente capacidade em dar o alarme e por possuir um porte gigantesco, o que acaba desestimulando a entrada de pessoas ‘não-autorizadas’.
No entanto, qualquer suplementação de vitaminas e cálcio só deve ser feita com a orientação do veterinário, uma vez que o excesso destes componentes também causa problemas no desenvolvimento do filhote.

Sendo um cão de porte grande, precisa de espaço para fazer exercícios constantes e sentir a presença do dono, não sendo recomendável que fique "trancafiado" e/ou isolado por longos períodos, sob pena de tornar-se um cão instável. Deve passar por adestramento básico de obediência (recomendável a partir dos seis meses).







O Poodle é um cão extremamente inteligente. Segundo Stanley Coren, autor do livro a "


